Pular para o conteúdo
Damin — Núcleo de Desenvolvimento Infantil
Todos os artigos
Integração Sensorial

8 sinais de que a criança pode ter alteração no processamento sensorial

6 min de leitura

[COPY] Artigo de exemplo. Serve para validar o layout de conteúdo enquanto os textos definitivos não chegam. Revisar tudo com a terapeuta antes de publicar.

Todo mundo processa os estímulos do ambiente o tempo todo: o barulho da rua, a textura da roupa, a luz da sala. Na maior parte das vezes o cérebro faz esse trabalho em silêncio, sem que a gente perceba.

Em algumas crianças, esse processamento acontece de um jeito diferente. E aí o que era pano de fundo vira primeiro plano.

O que observar no dia a dia

1. Reage de forma intensa a sons

O liquidificador, o secador, o sinal da escola. Sons que passam despercebidos para os outros podem ser genuinamente dolorosos.

2. Recusa determinadas roupas

Etiquetas, costuras, tecidos específicos. Não é birra: o incômodo é real e pode tomar conta da atenção da criança o dia inteiro.

3. É muito seletiva com alimentos

A seletividade alimentar frequentemente tem base sensorial (textura, cheiro, temperatura) e não apenas preferência de sabor.

4. Busca movimento o tempo todo

Girar, pular, se jogar no sofá, correr sem parar. Muitas vezes é o corpo tentando se organizar.

5. Evita sujar as mãos

Tinta, areia, massinha, grama. A recusa ao toque de certas texturas é um sinal comum.

6. Se desorganiza em ambientes cheios

Festas, mercados, shopping. O excesso de estímulo simultâneo sobrecarrega.

7. Parece não sentir dor

Cai, se machuca e não reclama. O limiar de dor alterado também é sinal.

8. Tem dificuldade com as transições

Mudar de atividade, sair de casa, encerrar a brincadeira. A transição exige reorganização, e isso custa caro.

E agora?

Reconhecer alguns desses sinais não fecha diagnóstico nenhum. O que ele indica é que vale a pena uma avaliação em terapia ocupacional, que vai olhar o perfil sensorial da criança com instrumentos apropriados.

[COPY] Fechar com um convite à conversa e, se fizer sentido, indicar leituras complementares confiáveis.

Vamos conversar sobre a sua criança?

O primeiro contato é uma conversa, não uma venda. Conte o que está acontecendo e descubra se a terapia ocupacional pode ajudar.

Falar no WhatsApp