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Damin — Núcleo de Desenvolvimento Infantil

Núcleo de Desenvolvimento Infantil

Desenvolver com afeto.

Terapia ocupacional para crianças autistas, com foco em autonomia, regulação sensorial e independência nas atividades do dia a dia.

Atendimento individualizado, acolhedor e baseado em evidências, em um espaço pensado para a criança se sentir segura.

Terapeuta Ocupacional graduada pela UFMG

Especializada em Integração Sensorial, com certificação internacional

  • Graduada pela UFMG

    Formação em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de Minas Gerais.

  • Certificação internacional

    Especialização em Integração Sensorial com certificação internacional.

  • Atendimento individualizado

    Cada plano terapêutico é construído para uma criança específica.

  • Baseado em evidências

    Práticas sustentadas por pesquisa científica atual, sem promessas mágicas.

Quem atende

Uma terapeuta, não uma esteira de atendimentos

Terapeuta Ocupacional graduada pela UFMG e especializada em Integração Sensorial, com certificação internacional.

O atendimento é individualizado, acolhedor e baseado em evidências, com foco em autonomia, regulação sensorial e independência nas atividades diárias.

[COPY] Adicionar aqui a história pessoal: por que escolheu trabalhar com crianças autistas, há quanto tempo atua, o que move o trabalho dela.

Conhecer a história completa

Acreditamos que cada criança se desenvolve melhor quando é acolhida em sua individualidade. Com um olhar humanizado, lúdico e integrado, transformamos o cuidado em oportunidades de crescimento e autonomia.

Essência da marca

A especialidade da casa

O que é Integração Sensorial

É a forma como o cérebro organiza tudo o que chega pelos sentidos para responder ao mundo. Quando esse processo funciona diferente, o dia a dia fica mais difícil do que precisaria ser.

  • O barulho que ninguém mais nota

    Para algumas crianças, o secador de cabelo ou o sinal da escola não são só incômodos. São insuportáveis.

  • A roupa que não pode ser aquela

    Etiquetas, costuras e certos tecidos podem tomar conta da atenção da criança o dia inteiro.

  • A necessidade de movimento

    Girar, pular e se jogar no sofá muitas vezes é o jeito que o corpo encontrou de se organizar.

  • A crise que parece vir do nada

    Quase sempre vem de algum lugar. Entender esse gatilho é o primeiro passo para reduzir a frequência.

A intervenção acontece por meio da brincadeira, em um ambiente preparado, com desafios calibrados para o perfil de cada criança.

Ver como funciona

Atendimentos

Como podemos ajudar

  • Integração Sensorial

    Intervenção baseada na abordagem de Integração Sensorial de Ayres, para crianças que reagem de forma intensa (ou quase não reagem) a sons, toques, texturas e movimento.

    Saber mais
  • Autonomia nas atividades diárias

    Vestir-se, comer, escovar os dentes, tomar banho, dormir. O trabalho é transformar cada rotina difícil em uma conquista possível.

    Saber mais
  • Avaliação em Terapia Ocupacional

    Um retrato completo de como a criança funciona hoje: o que já faz sozinha, o que precisa de apoio e por onde começar.

    Saber mais
  • Orientação familiar

    A terapia acontece uma vez por semana. A vida acontece todos os dias, por isso a família entra junto no processo.

    Saber mais
  • Acompanhamento escolar

    Ponte entre a terapia e a escola, para que a criança tenha as mesmas estratégias nos dois lugares.

    Saber mais
  • Estimulação precoce

    Intervenção nos primeiros anos, quando o cérebro está mais plástico e cada estímulo rende mais.

    Saber mais

Sem mistério

Como começa o acompanhamento

  1. Primeira conversa

    Um contato inicial sem compromisso, para entender a sua demanda e explicar como o trabalho funciona.

  2. Avaliação

    Sessões de observação da criança em atividade e uma entrevista aprofundada com a família.

  3. Devolutiva e plano

    Uma reunião para explicar o que foi encontrado e definir juntos os objetivos terapêuticos.

  4. Acompanhamento

    Sessões regulares, com orientação contínua à família e revisão periódica dos objetivos.

Para quem é

Você reconhece alguma dessas situações?

Se sim, faz sentido conversar. Estas são as demandas que mais chegam até aqui.

  • Recebeu o diagnóstico há pouco tempo e não sabe por onde começar
  • A criança se desorganiza em ambientes cheios ou barulhentos
  • As rotinas de banho, alimentação e sono são um desafio diário
  • Existe muita dependência de ajuda para se vestir ou se alimentar
  • A escola tem relatado dificuldades de adaptação
  • Você quer estratégias práticas, não conselhos genéricos

Dúvidas frequentes

As perguntas que mais chegam

Ver todas as dúvidas
A partir de que idade vocês atendem?

[COPY] Confirmar a faixa etária atendida. Quanto mais cedo a intervenção começa, maior tende a ser o ganho, porque o cérebro está no período de maior plasticidade.

Preciso ter o diagnóstico fechado para começar?

Não. A avaliação em terapia ocupacional analisa como a criança funciona no dia a dia, independentemente de já existir um diagnóstico fechado. Se houver suspeita ou uma investigação em andamento, o acompanhamento pode começar do mesmo jeito.

Como funciona a primeira consulta?

[COPY] Descrever o primeiro encontro: duração, quem participa, se a criança vai junto, o que a família precisa levar.

Qual a frequência das sessões?

[COPY] Informar a frequência habitual e explicar que ela é definida caso a caso, a partir da avaliação.

Vocês atendem por convênio?

[COPY] Informar quais convênios são aceitos ou se o atendimento é particular com recibo para reembolso.

Vamos conversar sobre a sua criança?

O primeiro contato é uma conversa, não uma venda. Conte o que está acontecendo e descubra se a terapia ocupacional pode ajudar.

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