Atendimento
Avaliação em Terapia Ocupacional
Um retrato completo de como a criança funciona hoje: o que já faz sozinha, o que precisa de apoio e por onde começar.
A avaliação é o ponto de partida. Ela combina conversa com a família, observação estruturada da criança em atividade e instrumentos padronizados.
Conforme as necessidades da criança, podem ser utilizados: EASI (Evaluation in Ayres Sensory Integration), composto por 20 testes que avaliam percepção sensorial, reatividade sensorial, controle postural e ocular, habilidades motoras e componentes da praxia; SPM (Sensory Processing Measure), protocolo respondido pelo responsável; COPM (Medida Canadense de Desempenho Ocupacional); e PEDI/PEDI-CAT (Inventário Pediátrico de Incapacidade), além de observações clínicas. O número de sessões necessárias para a avaliação varia de acordo com cada caso.
A família participa da devolutiva, na qual são apresentados os principais achados da avaliação e sua relação com as dificuldades relatadas. A partir dessas informações, são definidos os objetivos terapêuticos e é explicado como será conduzido o acompanhamento.
Quando este atendimento faz sentido
- Chegou agora ao diagnóstico e não sabe por onde começar
- A escola pediu um relatório de terapia ocupacional
- Precisa de um plano terapêutico com objetivos claros
- Quer entender o perfil sensorial da criança
O que está incluído
- Sessões de avaliação com a criança
- Entrevista aprofundada com a família
- Relatório escrito com objetivos terapêuticos
- Reunião de devolutiva para explicar cada ponto
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Outros atendimentos
Integração Sensorial
Intervenção baseada na abordagem de Integração Sensorial de Ayres, para crianças que reagem de forma intensa (ou quase não reagem) a sons, toques, texturas e movimento.
Autonomia nas atividades diárias
Vestir-se, comer, escovar os dentes, tomar banho, dormir. O trabalho é transformar cada rotina difícil em uma conquista possível.
Orientação familiar
A terapia acontece uma vez por semana. A vida acontece todos os dias, por isso a família entra junto no processo.
Vamos conversar sobre a sua criança?
O primeiro contato é uma conversa, não uma venda. Conte o que está acontecendo e descubra se a terapia ocupacional pode ajudar.
